Penny Dreadful foi uma das mais gratas surpresas quando estreou, em maio de 2014. O nome faz referência às publicações baratas (de apenas um penny) sobre histórias de terror, populares no final do século 19 e início do 20. O enredo apresenta de forma hábil os principais personagens que surgiram na literatura, ganharam as telas vêm influenciando a cultura pop desde então: a família Murray (Drácula), Victor Frankenstein, Ethan Talbot (O Lobisomem), Dorian Gray e Henry Jekyll (O Médico e o Monstro).
quarta-feira, 29 de junho de 2016
domingo, 19 de junho de 2016
Cinema: Mais Forte que o Mundo
Filmes sobre lutas épicas, com histórias de superação de lutadores, já podem ser considerados um gênero dentro da sétima arte. Como todo gênero que se preze, tem seus clássicos, como o primeiro Rocky e Touro Indomável. Felizmente, as boas produções não são exclusivas de Hollywood: com roteiro competente e direção na medida, Mais Forte que o Mundo - A História de José Aldo consolida Afonso Poyart como um dos mais promissores cineastas brasileiros da nova geração.
Marcadores:
Afonso Poyart,
cinema,
cinema brasileiro,
Claudia Ohana,
Cleo Pires,
crítica,
Jackson Antunes,
José Aldo,
José Loreto,
Mais Forte que o Mundo,
Milhem Cortaz
sábado, 11 de junho de 2016
Cinema: Invocação do Mal 2
De forma simplista, podemos dividir o gênero Terror entre filmes "sutis", que assustam pelos conceitos e ambientes apresentados em cena (que não necessariamente dão sustos no espectador), e filmes "explícitos", o famoso terror de "pular da cadeira", cujo misto de sensações despertadas talvez seja a razão da fixação de tantos jovens pelo gênero.
Depois do brilhante A Bruxa, que se enquadra no primeiro tipo, eis que chega à telona Invocação do Mal 2, um belo representante do segundo tipo que, entretanto, não deixa de evocar elementos do terror sutil e psicológico. Já podemos dizer que 2016 será um ano marcante para o gênero...
domingo, 5 de junho de 2016
Especial Séries - Season Finale 2015-2016
Depois de comentar sobre as temporadas das séries de heróis que encerraram em maio, bora falar um pouco sobre as demais séries de ação, drama e comédia que acompanho.
Quem leu meu primeiro post sobre séries, ainda no hiato da Midseason, percebeu que Mom ficou de fora dessa vez. Com tanta produção boa para ver, confesso que abandonei a segunda temporada pela metade. De série meia boca já basta as que a gente acompanha há 9 temporadas (alô, TBBT) haha
Alerta de spoilers
Quem leu meu primeiro post sobre séries, ainda no hiato da Midseason, percebeu que Mom ficou de fora dessa vez. Com tanta produção boa para ver, confesso que abandonei a segunda temporada pela metade. De série meia boca já basta as que a gente acompanha há 9 temporadas (alô, TBBT) haha
Alerta de spoilers
Marcadores:
ação,
Bates,
bates motel,
comédia,
drama,
grimm,
Heck,
série,
series,
sitcom,
supernatural,
the big bang theory,
the middle,
TV,
wesen,
Winchester
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Especial Séries - Heróis: Fim das temporadas
Quem acompanha o calendário da TV americana sabe que maio é o mês de se despedir das temporadas, tanto das (longas) com 20 ou mais episódios, quanto das compactas de 10 ou 13 capítulos - ideais de se acompanhar.
Nesse post, vou abordar apenas as séries de herois que acompanho (que não são poucas, dado o sucesso do gênero na TV): Arrow, The Flash e Agents of SHIELD. Também vou dar uma pincelada nas segundas temporadas de Agent Carter (infelizmente cancelada) e Demolidor, sucesso da Netflix.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Livro do mês: Bussunda, A Vida do Casseta, de Guilherme Fiuza
Bussunda, A Vida do Casseta, escrito por Guilherme Fiuza e lançado em 2010 - quatro anos após a repentina morte do humorista em plena Copa do Mundo da Alemanha - é mais do que uma biografia pessoal. É a história das quase duas décadas (1980 a 2000) em que o grupo Casseta & Planeta ganhou o país e revolucionou o humor televisivo feito até então.
sábado, 30 de abril de 2016
Cinema: Capitão América - Guerra Civil
Não é tarefa fácil roteirizar e dirigir um grande número de superheróis em cena. Mais difícil ainda é introduzir novos personagens ao mesmo tempo em que se cria um conflito entre os veteranos, dando sequência a uma série de tramas de um universo que vem sido construído ao longo da última década no cinema e, mais recentemente, na TV aberta e na Netflix. Quando essa tarefa dá certo, temos um filme do porte de Capitão América - Guerra Civil, que dá uma aula aos seus pares de gênero e desde já pode ser cravado como o filme de heróis do ano.
Marcadores:
capitão américa,
cinema,
crítica,
guerra civil,
home formiga,
homem de ferro,
ironman,
marvel,
netflix,
pantera negra,
review,
soldado invernal,
spiderman
Assinar:
Postagens (Atom)





